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Morreu Prince. Aconteceu o choque no mundo. Sucederam-se reações, artigos e debates sobre a vida e obra do artista, agora elevado a um estatuto - para o qual ainda não há termo - que equivale à de 'santo' no mundo católico.
Não ía - mas se calhar vou - esmiuçar o profundo pesar que sinto por mais esta particular perda no mundo artístico musical. Para sempre ficará órfão de uma das suas figuras mais impactantes e influenciadoras. Ainda estou 'dorida' por Bowie, não como uma perda na família, mas como uma perda para a própria Humanidade.
'Eles' estão a desaparecer. Refiro aos construtores dos alicerces da moderna cena musical. Michael Jackson, David Bowie, Prince, Tina Turner, Madona, (e outros)... são universais, incontestáveis e eternos. E depois de morrerem, tornam-se mitos, escutados e citados até à exaustão.
Mas, a ideia original deste artigo era apresentar a teoria de um fenómeno mediático cíclico que acontece quando um movedor de massas parte. Chora-se, reage-se, exprimem-se as mais distintas opiniões e o mundo 'pula e avança', nessa evolução súbita que faz pelar as diversas ciências sociais.
artigo base inspiração: http://www.publico.pt/n1729809
